domingo, 31 de janeiro de 2010

ESQUECI DE UM GRANDE DETALHE. (PARTE 3)


Quando Ana estava na quinta série do antigo ginásio, no colégio de freiras...tudo mudou...professores entrando e saindo a cada toque da campanhia, sendo que antes era um para tudo, praticamente.
Ana estudou no mesmo colégio que a Luciana Gimenez, grande coisa, ela na 5ªA e eu na5ªB, só se lembra que era bem mais alta e magra do que ela e super fresca..quando a mãe dela chegava no colégio, todos queriam vê-la porque era famosa...bobeira.

Ana nunca esqueceu de sua primeira professora de português, Dona Leda, estava grávida e era insuportável.
No ginásio, só havia aulas de manhã e chegou o dilema de Ana novamente, pois como não havia horários em sua casa, dormia super tarde e tinha que levantar as 6h da manhã.

Essa Dona Leda, um dia, falou tantas ofensas para Ana...primeiro a colocou sentada na carteira na sua frente para ficar bem de cara com a professora, era uma questão de 50cm, entre uma mesa e a outra...

Depois, parou a classe toda e humilhou tanto a Ana, dizendo que jogava fora o dinheiro dos seus pais porque não estudava, que não prestava atenção, etc...
Ana tinha 11 anos, só lembra que doeu muito e segurou o choro. Acho que foi a aula toda porque tudo aquilo parecia não ter mais fim...finalmente a campainha tocou...uffa que alívio.

No recreio, ainda tinha umas meninas que vinham comentar com Ana sobre o assunto mas ela fazia de conta que não estava nem aí e mais uma vez chegou em casa e chorou muito, sem nunca ter contato a ninguém...só queria sair daquele colégio de qualquer jeito e odiava aquela professora, como pode ser tão insensível, fria, não sabia nada da história de vida de Ana pra julgar e ficar ofendendo...

A vida continuou e naquele ano parou de estudar naquele colégio, indo pra um inferior mas também pago.

No primeiro ano, havia uns 15 alunos na classe e tudo corria na mais perfeita ordem, até uma menina burguezinha, entrar na sala querendo saber quem tinha chamado os irmãos dela de maconheiros...Ana estava de costas, apagando a lousa e entrou vários alunos gritando pra ela bater em alguém...adivinha pra quem sobrou?

Ela me agarrou pelos cabelos (que sempre foram compridos)e Ana a segurou pra não machucá-la e nem ser machucada, pedindo para que alguém a segurasse...que nada...o pessoal incentivava...até que chegou alguém da escola e parou...ela só arranhou o nariz de Ana.

Nos dias que seguiram, ninguém queria falar mais com ela porque sabiam que Ana, nada tinha feito para ser agredida. Então a Cláudia levou o caso a diretoria e vieram conversar com a classe para esquecer o fato e voltarem a falar com ela...passou.

No ano seguinte, apareceu uma tal de Doroth, era o terror da escola, com 13 anos. Era burguesa, fumava cigarro, sei lá se outras coisas mas tinha turminha da pesada.
A menina, depois de alguns meses, começou a cismar com Ana: ficava xingando, puxava seus cabelos, dava pontapés e Ana falava pra parar e nada.
Embaraçava todo o cabelo de Ana que era abaixo da cintura...até que um dia, Ana gritou com o professor: - Professor, essa menina fica puxando meu cabelo e ninguém faz nada?
Ele gritou pra ela se sentar e ao sair, deu um chute por trás.
Ana desceu furiosa, até a sala do diretor e despejou tudo que estava acontecendo e nenhum professor fazia nada, ameçou levar no Ministério da Educação, etc.
O diretor foi até ela e pediu pra se retirar da escola e chamar os seus pais.

Ana estava sentada na escada, onde levava as salas de aula e sua amiga embaixo, conversando...de repente, aparece essa Doroth, sobe as escadas e para acima de Ana e começa chutá-la na cabeça e nas costas...Ana só falava pra ela parar, que nada adiantava.
Sua amiga engraçada, ficava chaqualhando as mãos e gritando pelo inspetor pra salvar Ana do ataque de fúria de Doroth.

Ana agarrou os cabelos de Doroth que estavam caídos pela posição que estava pra chutá-la...puxou para sua boca e mordeu com toda força que podia a cabeça de Doroth, enquanto ela falava: - Solta da minha cabeça, mina.

Ana soltou e ela rolou como uma bola, nas escadas...foi quando o inspetor chegou e a levou embora.

Ana ficou um bom tempo mudando de caminho pra não cruzar com ela ou pedia pra seu pai ou alguém ir junto de medo mas como seus pais entraram em acordo com o diretor, que ela não faria mais mal a Ana.

Depois de anos, um dia Ana a viu, e ficou com frio no estômago e medo mas a tal de Doroth nem a reconheceu mais...ainda bem...que sufoco foi essa menina...acho que o pesadelo de qualquer adolescente...passou.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

SOBRE MÃE E FILHA: SAFIRA E ANA. (PARTE 2)


Estou escrevendo em homenagem a Evinha que me cobrou a continuação. Tem histórias que são difíceis de escrever mas tudo tem um propósito, então...vamos lá.:


Continuando por algumas coisas que foram esquecidas desde antes de seu nascimento até antes de namorar a primeira vez, com 14 anos:


- Achei algo muito interessante que Ana fez, aos 5 anos...sua mãe contou a ela que seu pai estava tendo uma amante e ela esperou seu pai chegar...pediu que queria conversar em particular no escritório, fechou a porta e como um flash, pode visualizar todo aquele momento.

Seu pai com cara de riso (acho que por ela ser tão criança, o que poderia falar de tão sério?), sentou-se na cadeira atrás da mesa do escritório de ferro, antiga, esverdeada, com uma borracha verde em cima. E, Ana, na sua frente, sentada num sofá preto, onde os clientes costumavam sentar-se para esperar ser atendidos. E, falou a seu pai com essas palavras:

- Papai, fiquei sabendo que você tem amante e o que eu entendo é que se você tem amante é porque esta faltando algo para você em casa, então eu quero saber o que esta faltando para você, para eu poder ajudar...me fala papai.

Claro que ele negou até o fim e perguntou que havia me falado tamanha besteira...depois discutiu com a Safira, mãe de Ana e ela por fim, brigou com Ana, a ofendendo como sempre.

Que era uma burra, que não era pra falar nada, etc...



Ana não conseguia se concentrar na escola porque ficava ligada nos problemas em casa.

Na primeira série, teve uma professora que a viu até já adulta mas nunca contou o que aconteceu quando deu aula a ela.

A sala era dividida de 2 em 2 mesas ou carteiras, ficava um espaço minúsculo entre as mesinhas. Quando terminava todas as atividades, a professora pedia para que ficássemos com os braços cruzados em cima da mesa, com a cabeça em cima deles, até dar o horário pra ir embora.

Num determinado dia, Ana e a Flávia que eram as melhores alunas, sentavam juntas e alguém passou pelo lado direito de Flávia e a beliscou...Flávia gritou e beliscou a Ana que estava do seu lado direito e claro, que Ana se defendeu, dizendo de como poderia tê-la beliscado do lado direito, se sentava do lado esquerdo e estava com a cabeça deitada nos braços.

Flávia, insuportável, continuou discutindo e Ana chomou a professora que falou não ter nada com isso e para as duas ficarem quietas.



Na saída, Ana ficou sentada debaixou de um arbusto da casa vizinha do Colégio pra se proteger do sol e esperar o ônibus sair para levá-la para casa.

De repente, chegou a mãe da Flávia e suas amigas madames, perguntando para Flávia: - É essa aqui que te beliscou? Agora, você vai ver...



E beliscou o braço da Ana, de 7 anos, a humilhando de todas as maneiras e suas amigas senhoras ajudando, sem darem direito que se defendesse e foram embora a olhando como se tivesse visto alguém desprezível.

O pior de tudo era que Ana não havia feito nada e ainda foi machucada, humilhada por algo que não fez e sem ninguém para defendê-la como sempre.



Tentou não dar o braço a torcer e fingir que não estava sentindo nenhuma dor, nem dentro e nem fora e foi para o ônibus...chegou em casa, foi correndo para seu quarto e chorou muito, sozinha.

Talvez, tenha contado pra a empregada que era a pessoa mais próxima e mesmo, algumas vezes, se desentendendo, era a única que podia contar.

Sua mãe nunca soube de nada e mesmo que soubesse, não iria fazer nada.

A vida se seguiu injustamente, sem nada acontecer e a dor foi só sua...mudou de horário da manhã para tarde e nunca mais viu a Flávia e sua mãe monstruosa mas acredito que Deus viu.


Entre uns 8 ou 9 anos, ganhou uma irmãzinha adotiva e cutia muito mas como se fosse uma boneca para brincar, não tinha muita noção do perigo.


Um dia, foi ensinar a irmãzinha a andar de bicicleta, com pezinhos de rodinhas pra equilibrar melhor...começou a empurrar por trás mas depois, foi fazer a besteira de puxar a bicicleta pela frente e com a puxada, a irmãzinha caiu para trás e começou a chorar.

Ana ficou desesperada e ergueu a irmã, tentando ver onde machucou.

De repente, uma amiga de sua mãe, Sônia, saiu da casa de Ana e falou que eu derrubei a menina, torcendo minha orelha, gritando comigo e me puxando pela orelha até em casa.

Ana brigou e reclamou, contou pra sua mãe todo o ocorrido, esperando que sua mãe a defendesse e Safira não fez nada e ainda falou que Sônia fez bem no que fez.

Pode uma mãe agir dessa maneira?

Isso não pode ser chamada de mãe.

Ana sempre amou sua irmã como se fosse de sangue e foi combinado desde cedo que ninguém contaria que ela havia sido adotada.

Ela só foi descobrir adulta pela diferença nos traços e seu namorado a alertou sobre o fato.

E, sempre o zumzum de sua mãe com vários amantes e seu pai, também. A diferença é que seu pai era discretíssimo enquanto ela queria fazer as coisas dentro de casa, com todos sabendo, principalmente, sua filha sabendo e vendo...quem pensa que criança não percebe nada...é muito burra porque criança é mais esperta do que se pensa.


ANA SOFREU VÁRIOS ABUSOS PSICOLÓGICOS, SEXUAIS, FOI VIOLENTADA EMOCIONALMENTE MAS SOBREVIVEU:


Ana tinha 5 ou 6 anos quando estava viajando com seus pais e um casal de amigos, num daqueles dias, o homem, que Ana não lembrava quantos anos tinha mas não era tão novo, bebeu até não aguentar mais.


A sua namorada, Roseli, o levou de volta para o apto. que estavam e foi fazer café para ele, o Adelmo, enquanto deixou Ana sozinha com ele, na sala. Esse Adelmo estava deitado num sofá preto de couro, nessa sala, enquanto a Ana estava sentada perto dele, na altura de sua cintura esperando o café ficar pronto com receio que ele caísse no chão e ele se aproveitou que a Ana estava de saia e colocou a mão em seu órgão sexual e começou a mexer por dentro da calcinha.
Ana ficou sem saber o que fazer.


Quando Roseli chegou com o café, Ana pediu que cheirasse a mão do Adelmo para ver se desconfiava de alguma coisa porque ele tirou a mão assim que ela chegou da cozinha.
Passado algum tempo, Ana contou tudo a uma senhora que contou a sua mãe mas nada aconteceu e ficou por assim mesmo.

Quando Ana tinha 12 anos, já tinha bastante seios e parecia ter bem mais que sua idade por ser grande pela sua idade. Um rapaz começou a trabalhar com sua mãe pois a mesma tinha um escritório de cobranças e atrás da casa havia quartos que eram alugados. Este rapaz, Edvaldo, tinha 19 anos, e começou a ficar direto na casa que era junto com o escritório e ter amizade com a família.
A mãe de Ana ficava direto com o Edvaldo e até desconfiavam se tinham um caso ou não mas parecia, ao mesmo tempo, que sua mãe empurrava este rapaz para Ana e falava que era o genro dos seus sonhos.
Aí, o Edvaldo começou a seduzir Ana dizendo que também tocava na irmã dele e que certas carícias eram normais. Tocava em seus seios, aos poucos,e isso foi avançando a cada dia; convencendo-a que era normal e que não estava acontecendo nada demais.
Ana ficou confusa porque gostava das sensações mas se sentia culpada porque achava errado, se sentia enojada de si mesma mas não sabia o que fazer.
Nunca havia conversado com sua mãe sobre sexo e sabia pouco sobre o assunto. Isso durou algum tempo ao ponto dele ficar masturbando a Ana e ela chegar ao orgasmo.
Um dia, ele juntou a Ana com a empregada e disse que ía tirar o membro da calça e encostar na porta da vagina da empregada para Ana ver que não tinha nada demais e depois fazer nela. E, encostou.
Ana foi num centro espírita com sua mãe, uma senhora disse que notou algo nela e pediu para sua mãe se retirar. Ana contou tudo a essa senhora que contou a sua mãe.
Sua mãe não falou nada a ela e mandou passar o final de semana com sua avó.
A irmã do Edvaldo perguntou a Ana, se ele tinha machucado ela, e ela se explicou tudo de novo.
A Avó de Ana só perguntou se ele havia entrado dentro dela e Ana disse que não.
Quando Ana chegou em casa, no domingo a noite, estava se sentindo insegura e tinha muito medo de fantasmas porque ouvia e via vultos.
Perguntou a sua mãe se podia dormir no chão do seu quarto e ela não respondia, ignorando. Foi ficando tarde e Ana perguntou de novo porque quando dormia sozinha, quase não dormia ou dormia muito tarde com medo dos barulhos que ouvia e se assustava.
Sua mãe chamou seu pai para ouvir também e começou a falar assim:


- Medo de um pênis você não tem, então porque tem medo de fantasmas? Você não presta, não vale nada. Fez eu perder o meu "filho" que eu tanto amava. Eu vi uma carta (que nunca existiu)em que você escreveu pedindo para ver o Edvaldo transando com a empregada, você seduziu ele. E, outras coisas que ela se esqueceu; horríveis.
Depois de muitas ofensas e humilhações que geraram mil problemas sexuais e traumas psicológicos, numa pré adoscente, deixou que ela dormisse no colchão, no chão do quarto.
O rapaz foi embora com a família. A empregada, depois de muitos anos foi mandada embora de casa.
Demorou muito tempo, para Ana tirar de sua mente que não era suja, que não prestava, que era uma inútil, um monte de merda, imprestável, uma aleijada, etc.
Foram muitos anos de terapia para ela conseguir superar o que aconteceu.
Precisou de anos para contar essas histórias sem ser afetada, sem tremer, de ficar nervosa e se sentir mal e ou chorar.

Quantas pessoas passaram por coisas assim e não sabem o que fazer, se sentem impotentes e ainda não podem contar com seus pais ou alguém para defedê-las?


Obs.: contei essa história sem colocar os palavrões usados ou formas baixas para falar com Ana e dizer o ocorrido da forma mais ofensiva possível pois nem ela mereceu e nem o leitor merece.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

POR QUE MULHERES SE APAIXONAM POR CAFAJESTES?

COLOQUEI ESSA FOTO DE JAMES DEAN PORQUE OS HOMENS DE HOJE PERDERAM A ESSÊNCIA DOS HOMENS DE OUTRA ÉPOCA. PREFIRO OS DO PASSADO.
Eles não prestão. Só detectamos com experiência de vida mas mesmo assim muitas de nós caem, como patinhos ou peixinhos na rede deles.

Mas, tirando o lado cafajeste onde não podemos acreditar nas suas palavras, não podemos contar sempre com eles, só quando estão a fim. São calculista, frios mas até choram pra te comover, são vítimas de todas mulheres que ficaram...coitadinhos...ficamos morrendo de dó.


São aproveitadores, mulherengos e ainda acham graça das palhaçadas que fazem ou das brigas que causaram com suas vítimas.

Eles tem mil coisas negativas mas vamos falar das positivas até conseguirmos ver as negativas...que demoram e quanto sofrimento para enxergarmos a realidade.

São galanteadores, simpáticos, tem uma conversa que te paraliza, sabem todos os assuntos e quando não sabem, sabem enrolar.

Super carinhosos, românticos, divertidos...se você estiver nervosa, com brincadeiras, você esquece até o nervoso e o porquê.

São vaidosos, se cuidam e te cobram isso também...apesar de se acharem sempre superior a você...e não são.

Te oferecem ou cantam músicas para você, te levam em lugares bonitos e criam um clima romântico...mesmo encachaçados...rs.

Quando bebem, aí que cantam até em francês para te cativar e te olham como se vc fosse uma deusa...pelo menos durante a cachaça...rs.
Você dorme sendo confortada em seus braços e beijos e acorda do mesmo jeito. Quando não dá, dormem de mãos dadas ou com os pés (bem cuidados) trançados com os teus.

Fazem almoço, jantar, aniversário e até ceia de Natal, deliciosos para te agradar e os estômago deles também, fora que tudo é com seu dinheiro e nunca o deles.

Se tem uma coisa que esses caras nunca tem é dinheiro e quando tem pode ter certeza que nunca vai ser gasto com você. Pode ser com carro, moto, outras mulheres, prostitutas...sempre vai haver outra opção que não seja você.

Depois eles se enjoam, cansam, dizem que você é maravilhosa como pessoa mas tem mil defeitos no seu corpo, talvez, celulites demais e te deixam em "stand by".

Aí, saem com outras, curtem bastante e quando não dá certo...te ligam e dizem que estavam errado que você era a mulher certa e que eles estavam errados...a tonta, morrendo de saudade e paixão; cai de novo...até acontecer tudo de novo.

Você banca o cara em tudo, ajuda, faz o que pode e não pode, cuida deles como uma mãe e enfermeira...dá até o seu salário desemprego para ele colocar som no carro dele com a promessa de te pagar depois...coisa que nunca acontece...e era o salário para você se sustentar com seu filho...que paixão é essa?

Você se torna um UTILITÁRIO para eles ou em suas mãos. Fazem o que querem e sabem que você sempre estará lá...esperando por eles e perdoando tudo.

Ainda, nunca recebe o valor que deveria receber, a gratidão, consideração, um muito obrigada, algum reconhecimento...pelo contrário, fala mal de você para as outras que arrumar durante ou depois de você e a família os ajudam e os defendem, fazendo outras vítimas.
Fora os filhos que fazem por aí. Cada caso um filho, já imaginaram?
Mas, agora, vai minha opinião:

Tenho dó deles porque no fundo são vázios, tristes, depressivos, precisam de qualquer coisa pra aliviar o pêso de seus pecados, que não vão ser aliviados porque continuam fazendo maldades com as pessoas. São e seram sempre infelizes, mentindo para si mesmos.
PS.: são uns lixos, não são bonitos nem por dentro e nem por fora e se acham...tudo acaba e quando ficarem velhinhos, se chegarem até lá, talvez, acabem sozinhos ou com uma mulher o oposto do que eles queriam para pagarem o que fizeram com cada uma de suas vítimas...fora que eu acredito que vão queimar eternamente no inferno porque conhecem o nome Jesus mas nunca quiseram saber Dele e se arrepender de suas imundices...coitados, literalmente.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

SOBRE MÃE E FILHA: SAFIRA E ANA. (PARTE 1)


Safira é mãe de Ana...não sei se vão querer ler porque é longa a história, talvez eu divida em partes, verei no decorrer como irá se desenrolar.

Safira e Jorge queriam abortar Ana pois estavam namorando e era complicado, na época ficar grávida, antes de se casar ou por outros motivos mas como Safira corria risco de vida por estar de 5 meses; deixaram e se casaram as pressas.

O casamento foi desde o começo péssimo pois o Jorge era mulherengo e começaram as brigas.

A única filha, Ana, fora deixada com sua avó materna desde bebê o qual foi criada com muito amor e mimos.

Quando Ana estava com quase 4 anos sua mãe levou para morar com ela...só soube que sua avó sofreu muito com o rompimento físico mas emocionalmente, sempre foram muito próximas.

Ana foi morar numa casa enorme, considerada uma mansão antiga...tipo aqueles casarões do bairro higienópolis, onde a maioria foi destruído para dar lugar a prédios enormes.

Haviam escritórios na frente e quartos alugados a pessoas de baixa renda, nos fundos.

Uma perfeira desordem, onde não havia distinção entre escritório e residência: pessoas que trabalhavam no local faziam parte da casa, família, almoço, janta e até dormiam por algum tempo...não havia horário para nada...não havia qualquer definição que se enquadrasse nesse mundo criado por Safira e Jorge.

A casa era dos avós paternos e quando esses morreram: as primas entravam e saiam, sem morar lá, recebendo aluguel dos inquilinos dos fundos, dizendo serem donas da casa, também.
O irmão do Jorge morava junto com eles.

(Explicando: a casa dos pais que morreram, sobraram 3 filhos, um morreu mas ficaram as filhas e Jorge e seu irmão continuaram morando e trabalhando dentro da casa pois eram advogados e Jorge ainda tinha outro ramo de negócios.)

Agora, vamos voltar a Ana...imaginem uma criança com 4 anos assistindo brigas direto de seus pais, um jogando na cara do outro sobre que cada um tinha um amante?

Escutando discussões calorosas, onde as palavras eram de mais baixo calão possíveis?

Até essa fase o que Ana se lembra:

- de uma festa de aniversários de 1 ano onde havia brinquedos que se moviam em cima do bolo mas não podia mexer e foi descobrir que a festa era sua pelas fotos que viu, quando já era adulta...depois dizem que criança não se lembra de nada.

- Sentia vontade de voltar para casa da avó, onde se sentia amada.

- Lembra da sala enorme de sua casa escura, com a claridade da luz da cozinha que refletia e sua mãe deitada, ouvindo músicas tristes e ela sentindo um vázio, sem saber o que fazer.

- Uma das vezes que sua mãe estava doente e nunca sabia o que era ou porquê...ficou sentada ao seu lado, talvez brincando, não lembra se a tv estava ligada...mas lembra que sua mãe pegou sua mão e mordeu seu dedinho com tanta força...e gritava de dor e para parar mas não parava...pois o dente de sua mãe havia entrado no cantinho da unha, furado e saiu sangue...saiu correndo mas não lembra para onde, na casa...só sabia que estava doendo e desde esse dia nunca mais ficou perto de sua mãe por qualquer motivo de doença...talvez houve um bloqueio...não sei.

- Ana era peralta, no sentido de subir em muros, guarda-roupas, correr, brincar na rua, andar de bicleta...coisas normais mas era amorosa e quando amava alguém gostava de apertar muito, morder, beijar mas ás vezes, sem querer, acabava machucando.

- E, sua mãe era muito bonita, magrinha, loira, super vaidosa, se vestia muito bem e virou rica emergente (aquela pessoa que sempre foi pobre, miserável e casa com um homem bem de vida e não sabe lidar com isso e começa se achar melhor do que todos e humilhar as pessoas, comprar jóias, roupas mas a pobreza continua dentro dela e continua com mal gosto pra tudo)...fica um pouco pirua.

- Então, naquela mesma sala enorme, perto da entrada, havia um "console" (era muito usado e chique), onde ela colocava seu pente de cabelo e tirava os bobs do cabelos para ficarem caracolados. Ana viu a mãe em sua rotina, veio em sua direção e a abraçou o mais forte que podia e Safira a desgrudou, empurrou e disse: - sai daqui, menina, fica me apertando! (ou algo parecido). Depois, desse dia, Ana ficou tão "sem graça" e tão magoada que nunca mais abraçou sua mãe, até estar bem adulta e o abraço não fazer mais a menor diferença ou sentimento.

- Ana tinha um potencial para dança incrível, o que olhava aprendia, todos a admiravam menos seus pais. Não se lembra de ter ouvido nenhum tipo de elogio, só que era bonita.

- Uma coisa que era muito boa, era quando passava férias com sua avó, na Praia Grande-SP...chegou a pegar até insolação...sua avó era a pessoa que mais lhe deu amor e quem ela mais amava.

- Tinha uma melhor amiga que ficávamos juntas direto mas sua mãe desfazia dela a chamando de manqueta, desfazendo porque não tinha uma das mãos. Ana jamais contou isso a sua amiga mas se doia por amar muito sua amizade de infância.

- Eles tínham uma passadeira, uma cozinheira, uma empregada fixa (que ficou como que da família) e outra secundária...muita coisa né?

- Jorge, sempre, ausente sobre tudo...uma mãe neurótica que tudo brigava, implicava com tudo que Ana fazia: você anda como uma sapatona, você é uma ridícula, uma inútil, um monte de merda ou esterco, não presta para nada, uma desgraçada, uma retardada, etc...

- Sua avó falava para Ana que não entendia sua própria filha falar essas coisas e terem dinheiro e não ajudarem a Ana mas que era para ela seguir sempre em frente, seguindo sua vida sem olhar para que seus pais falassem porque eles não eram muito bom da cabeça. Que sua filha, Safira, precisava de tratamento pois fazia e falava umas coisas que não eram normais.

Finalmente, colocaram Ana para estudar num dos melhores colégios de São Paulo, de freiras. Tudo muito rígido e disciplinado.

Pensem comigo: uma criança sem noção do papel de marido, pai, esposa, mãe, família, uma casa básica, uma família onde existem papéis definidos, mesmo e óbvio que não perfeitos, sem a menos ordem, disciplina, horários, regras, limites...nada de nada...e vai estudar num colégio de freiras?

Ana escolheu o mundo do colégio para ela porque era mais bonito. A casa de suas amigas eram diferentes. Mas não era perfeito os relacionamentos com suas colegas e professoras.

Então, começou a se fechar em seu mundo que não era o mesmo que seus pais viviam. Criou fantasias para fugir da realidade e fazer fulga para essas fantasias para se proteger das ofensas de sua mãe que tudo era motivo para implicância e quando ficava respondendo, perdia a razão porque sua mãe usava isso para mostrar o quanto Ana era respondona e mal educada com sua mãe. Ficava aquele jogo de tênis de palavras sórdidas intermináveis.

Até que aconselharam Ana a ficar quieta e se controlar porque ela iria ficar falando sozinha e quem sabe iria ter que parar porque iria se cansar ou todos iriam ver que a culpada não era ela.

Só funcionou no sentido de verem de quem era a culpa mas não mudou muita coisa pois quem tinha dinheiro era Safira e não sua filha...tem muita gente interesseira que jogava dos dois lados com falsidade para ficar bem com as duas.

Tenho algumas provas de o quanto eram pais negligentes:
Ana tem os dedos da mão direita tortos (só dá pra notar se ela mostrar) porque perto do Natal, foi abrir a porta e sair correndo e seus dedos ficaram presos na massaneta e quando puxou, deve ter quebrado ou algo parecido porque a dor que Ana sentiu foi tão grande que chorava sem parar...todos falavam que não era nada...até um tio que veio visitá-los, ficou puxando seus dedos e disse que não era nada...Só sei que Ana passou o Natal com a mão inchada e preta e foram incapazes de a levarem num pronto socorro tirar um rx e Ana levará para sempre a marca da falta de amor de seus pais em sua mão direita.

Com 7 anos, tinha todos os dentes do fundo podres e já não eram mais de leite. Teve que fazer o primeiro canal com 7 anos com uma dentista que fez pela metade, mal tampou e viajou.

Só com 14 ou 15 anos, é que foi procurar um dentista sozinha que tratou de todos os seus dentes e aquele dos 7 anos, teve que tirar porque já estava com cisto na raiz.

Fora que tinha os dentes para fora e todos encavalados, numa época em que aparelho de dentes era caríssimo. E, com muita insistência conseguiu colocá-lo porque sua mãe vivia falando que um dia ía dar um murro nos seus dentes que ía consertá-los todos de uma vez só.

E, Ana, morria de complexo, tinha que sorrir, colocando a mão sobre sua boca para não mostrar seus dentes horríveis.

Ana sendo comparada com a contrução de um edifício:

- precisa de um engenheiro, limpar o terreno, cavar o mesmo tanto que vai se erguer acima da terra porque sem toda essa estrutura e alicerce além da qualidade do material utilizado; o edifício vai ir se rachando até desabar.

Assim deveria ser uma criança no meio de um ambiente onde esta se desenvolvendo:

- Ana não teve o pai presente, se colocando como autoridade de pai e muito menos dando amor. Teve uma mãe doente mental que descarregou tudo em cima dela: frustrações, desencantos, etc.

Achou nas novelas, nos filmes bases para entender o que era uma família, uma casa que considerava normal, como deveriam ser os pais e que estava muito longe do que ela tinha.

Mas sobreviveu, procurou ajuda de psicólogos desde os 14 anos, sozinha. Quebrou muito a cara, caiu, escorregou, chorou muito, passou por muitas coisas por não se dar valor e nem saber que tinha. Sempre teve humildade para pedir socorro mas muitas pessoas que achava que iria ajudá-la, foram as que mais acabaram com sua vida mas superou isso e muito mais coisas que depois vou contar e hoje é uma vencedora porque por mais coisas ruins que aconteceram tem o dom dado por Deus de amar e perdoar quem passa pelo seu caminho...
Parabéns Ana...

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

FALTA E VÁZIO DE QUÊ?


Ás vezes, parece que vou implodir, não que isso não tenha acontecido...aconteceram várias vezes. Quando explodo com as pessoas depois tenho que pedir desculpas mesmo tendo razão, então me controlei tanto por tantos anos que hoje eu só me implodo.


Não que eu não queira mas não consigo. Não me vejo barraqueira, xingando, falando alto, etc.

Acredito que para eu chegar neste ponto estaria super descontrolada.


Mas sei que quando fico sem ler a Palavra de Deus, me alimentar espiritualmente...sinto um vázio tremendo...pode tudo estar bem.


Eu agradeço a Deus por tudo e hoje, minha vida melhorou muito em vista de 10 anos atrás mas já foi melhor há 20 anos atrás...nunca perfeita...sempre insatisfeita.


Assisti o programa "Café filosófico" e uma das filósofas explicou que é normal esse vázio que o ser humano sente, como minha professora de Pedagogia havia explicado dessa falta inexplicável que nós sentimos.


Pelo menos, me senti mais normal porque todos sentem o que eu sinto, a diferença é não falarem. E, sempre fui criticada por falar o que sinto...hipócritas...


Pensei a vida toda que encontraria o conforto e o preenchimento desse vázio em outra pessoa e me perdi, quando fiz isso.


O outro, num momento esta com você e te preenche mas em outro instante, não esta mais e você fica sem chão, sem direção, é uma sensação pior do que antes pois vem o vázio com dor.


Me pergunto: - Por que será que conseguimos vitórias, superações, sonhos, etc...mil coisas boas que Deus nos dá de presente e mesmo assim sempre parece que falta alguma coisa.


O príncipe encantado que sonhamos a vida toda?

Nossas vidas terem emoções lindas e finais felizes como em filmes e novelas?

Uma casa perfeita?

Coisa materiais tenho certeza que esta bem longe de nos satisfazermos.


Uma vez, me falaram que tudo que é desejo ou se torna desejo, nunca é saciado...não sei.


Só sei que Jesus Cristo é o único que quando eu busco, converso, oro, louvo, etc...me alivia...e preciso dormir escutando louvor pra dar paz a minha alma que como o Rei Davi, esta inquieta dentro de mim...boa noite...bjs.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O QUE É SER MÃE DE VERDADE:


Sabe eu amo demais meu filho, mesmo dando broncas, ficando irritada, tendo que repetir várias vezes as mesmas coisas, etc, etc, etc... eu amo incondicionalmente.
Mesmo que ele esteja no computador jogando por muito tempo e eu detesto, fico pedindo pra ele dar um tempo...mas fico tranquila por estar perto de mim.
Sei que um dia ele vai ter a independência dele, família e não vai morar na mesma casa mas se eu pudesse, seria meu visinho...rs...
Oro desde já pra ele ter uma boa esposa, boazinha e que ame a sogrinha...rs.
Agora, o futuro só Deus é quem sabe mas somos muito unidos porque todo o tempo, desde que ele nasceu até hoje, fomos um pelo outro. Então, além de ter o vículo de mãe e filho, temos de um ser o melhor amigo do outro...quando eu mais precisei, foi ele que estava comigo dizendo: -mãe, segura na minha mão, estou aqui com você, não tenha medo, fique calma, precisa de alguma coisa?
Isso, desde os 7 anos e eu...estava com ele quando foi internado e tinha alguns meses de idade, depois saí de madrugada com ele no colo, com 3 anos, de ônibus, tudo escuro, perigoso para levá-lo pra fazer uma cirurgia de retirada de adenóide e ventilador nos tímpanos. Fui eu que levei ele no PS quando fraturou o dedinho do pé de tanto pular, ou quando caiu de cabeça no chão do parque e ficou com uma "laranja" na cabeça...fora inúmeras vezes que levei no PS e quando tinha que tomar injeção, saía correndo gritando e eu correndo atrás.
Enfim, todos os momentos, inclusive o último que ele ficou internado uma semana com amidalite séria, fui eu que passei todas as noites com ele, dormindo mal e chorando com o choro dele, me sentindo impotente, querendo sentir a dor dele para não vê-lo sofrendo.

Pra mim, MÃE é ser assim...querer trocar a dor do filho para que ela sinta e não ele.
É ficar feliz com a felicidade dele e triste com a tristeza dele.
Ficamos com raiva, ás vezes, eles conseguem nos tirar do sério mas passam alguns minutos e esquecemos tudo...o AMOR fala mais alto.

Por isso que quando uma MÃE briga com o filho é tudo com amor, para o bem.
E, quando erramos, ou sem querer magoamos nosso filho, dói mais na gente do que neles.
Quando alguém faz algo que magoa eles, é como se tivessem feito pior pra nós...eles até esquecem mas nós não...viramos leoas defendendo nossos filhotes.

Sei que nenhuma mãe é perfeita e nem eu mas procuro passar para meu filho que com falhas ou não, ele tendo seus defeitos e limitações...absolutamente nada que aconteça ou que ele faça pode mudar o IMENSO AMOR QUE SINTO POR ELE.

ACREDITO QUE O AMOR MAIS PRÓXIMO DO AMOR QUE DEUS TEM POR NÓS É DE UMA VERDADEIRA MÃE PARA COM SEU FILHO, POIS FARÍAMOS TUDO POR ELES.

E, EDUCAR DÓI, CORRIGIR DÓI EM NÓS POIS TEMOS QUE SER DURAS MESMO COM NOSSO CORAÇÃO APERTADO PARA FAZER DE NOSSOS FILHOS GRANDES SERES HUMANOS COM VALORES NOBRES.

PS.: tudo isso só é valido para mães de verdade porque, infelizmente, no mundo em que vivemos, verificamos a cada dia, mulheres gerando bebês mas não sendo mães. Digo isso porque não são merecedoras de serem chamadas de MÃE, que ao meu ver é um dom divino.
E, nossos filhos são os presentes mais lindos que Deus poderia nos dar.

Salmos
144:12 Para que nossos filhos sejam como plantas crescidas na sua mocidade; para que as nossas filhas sejam como pedras de esquina lavradas à moda de palácio;


Tem um outro versículo que ainda não achei onde diz que nossos filhos são nossos galardões aqui na Terra...quando achar eu posto.


"SER MÃE É PADECER NO PARAÍSO" COMO FALAM?


SER MÃE PARA MIM É AMAR, AMAR SEM DEIXAR DE EDUCAR, ORIENTAR E PASSAR O LEGADO DE BONS VALORES, ÉTICA, BOA MORAL E TESTEMUNHO DE SUA VIDA COMO EXEMPLO PARA SEU FILHO. É ACEITÁ-LO COMO ELE É E MOSTRAR QUE VOCÊ É TÃO SER HUMANO IMPERFEITO COMO ELE. É SER SUA MELHOR AMIGA SEM DEIXAR DE SER SUA MÃE POIS SEM LIMITE, NEM O AMOR CONSTRÓI.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

CENTRO DA TUA VONTADE...NÍVEA SOARES.


Existe um lugar, Senhor
No centro da Tua vontade
Existe um lugar, eu sei
Feito só pra mim

É neste lugar
Que eu desejo estar, Senhor
É neste lugar
Que eu quero habitar, Senhor
É neste lugar
Que eu posso descansar
É neste lugar
No centro da Tua vontade

Sei que muitos vão dizer
Que há outro lugar melhor
Sei que muitos vão pensar
Que eu enlouqueci
Mas não há lugar de honra maior
Que o Teu altar
Tomo minha cruz, e sigo a Ti, Jesus


Deus fala comigo de diversas formas: através de um programa de tv, de um culto, da Palavra que é a bíblia, de outras pessoas, louvores, etc.

Desde ontem, estou orando em espírito, pedindo uma resposta para Deus sobre os meus "quereres",sobre se esta tudo certo na minha vida pois tudo caminha perfeitamente e mesmo assim, não entendo-a.

Meu marido me fala, mesmo sendo novo convertido, de como Deus cuida de mim. Como é incrível. Por ser a pessoa mais próxima vê isso claramente.

Só um exemplo: precisava fazer uma ressonância magnética com urgência mas no dia que havia horário, tinha que fazer um trabalho na faculdade e disse que não dava. Claro, que ele ficou bravo porque disse que a saúde minha tinha que ser prioridade e quando liguei, já, não tinha mais o horário oferecido.
Ele falou: - Vc acredita em milagre? Acha que alguém vai ligar pra vc e te oferecer um horário? Só porque vc quer...e assim por diante. Nem falei nada porque estava completamente errada, foi distração, não me atentei as datas e tinha que passar no médico com o exame em mãos, etc...estou resumindo.

Assim que ele saiu, o telefone tocou e era uma atendente do local dizendo que havia um horário no mesmo dia, se eu podia ir...dessa vez peguei imediatamente...e no mesmo momento liguei no celular dele e perguntei: -Vc não acredita em milagre?
Ele falou que depois disso nunca mais vai substimar o que Deus pode ou não fazer.

Deus se preocupa com suas pequenas coisas, é um Deus que nos chama pelo nome, individualmente.

Só Ele que é minha cura. Sou dependente Dele.

Tem um pastor que fala muito isso em suas pregações e acho muito importante:" o que você tem que fazer, Deus não move uma palha para te ajudar mas aquilo que você não pode fazer; Deus move o mundo inteiro para te ajudar."

Ainda bem que tudo passa, tudo é uma fase e o triste é que nós vamos passar, também...para deixar este mundo para outras gerações.
A grande tragédia grega...no fim todos vamos deixar esse mundo material.

sábado, 2 de janeiro de 2010

RETIRADO DO BLOG CHUVA DE EMOÇÕES, LINDO!

http://chuvadeemocao.blogspot.com/

"Recomeçar".
Paulo Roberto Gaefke

Não importa onde você parou, em que momento da vida você cansou, o que importa é que sempre é possível e necessário
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo. É renovar as esperanças na vida e o mais importante: acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado.
Chorou muito? Foi limpeza da alma.


Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia.
Sentiu-se só por diversas vezes? É por que fechaste a porta até para os outros.
Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora.


Pois é! Agora é hora de iniciar, de pensar na luz, de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal um novo emprego? Uma nova profissão? Um corte de cabelo arrojado, diferente? Um novo curso, ou aquele velho desejo de apender a pintar, desenhar,dominar o computador, ou qualquer outra coisa?


Olha quanto desafio. Quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando.
Tá se sentindo sozinho? Besteira! Tem tanta gente que você afastou com o seu "período de isolamento",tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para "chegar" perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza nem nós mesmos nos suportamos. Ficamos horríveis. O mal humor vai comendo nosso fígado, até a boca ficar amarga.


Recomeçar! Hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar? Ir alto. Sonhe alto,queira o melhor do melhor, queira coisas boas para a vida. Pensamentos assim trazem para nós aquilo que desejamos.
Se pensarmos pequeno, coisas pequenas teremos.


Já se desejarmos fortemente o melhore principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hj o dia da Faxina Mental!

Lembre-se somos apaixonáveis, somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes. Afinal de contas, nós somos o "Amor".
"Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.
Joga fora tudo que te prende ao passado, ao mundinho de coisas tristes, fotos, peças de roupa, papel de bala, ingressos de cinema, bilhetes de viagens, e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados.


Jogue tudo fora.

Mas, principalmente,esvazie seu coração.

Fique pronto para a vida,para um novo amor.
Lembre-se somos apaixonáveis,somos sempre capazes de amarmuitas e muitas vezes.

Afinal de contas,nós somos o "Amor".


"Porque sou do tamanho daquilo que vejo,e não do tamanho da minha altura."

Observação do autor: “Recomeçar” ou “Faxina na Alma” – (Paulo Roberto Gaefke/ A frase final: “Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.” é Alberto Caeiro/ Fernando Pessoa)


Nesse momento tenho certeza que:

Só existe uma pessoa capaz de limitar meu crescimento; eu você mesma.
Que sou a única única pessoa capaz de revolucionar a minha vida.E de prejudicá-la tb! Que não devo guardar mágoas, tristezas, mas perdoar a mim mesma e quem não soube me compreender ou apoiar.
Que o devo eliminar td o que não me faz bem...

Que sou a única pessoa capaz de ajudar a mim mesma
Ninguém pode ser culpado pelas minhas falhas.
E é dentro do meu coração que encontrarei as respostas que preciso
E a energia para ser a artista e a construtora dos meus sonhos.
Que eu Posso. Eu consigo!
Que o resto são desculpas...E não serão aceitas por mim!"
Estou numa fase especial, em que sinto-me abençoada e com o crescimento da minha espiritualidade. No momento certo de encontrar um novo caminho e um novo espaço para expressar o meu potencial criativo.


Que novos horizontes surgiram para a minha alma, depois de encontrar dentro de mim a força necessária para reerguer-me nos próprios pés.
Aprendendo a dar e receber amor.
Descobri através do amor, o meu caminho e propósito de vida.
Iniciando um novo ciclo de amor e carinho comigo mesma.
Com novos padrões de comportamento em relação ao amor próprio.
Liberta de traumas e agressões do passado e certa dose de piedade que impediam-me de viver relacionamentos mais verdadeiros e plenos.
Enfim renovada e pronta para que em 2010 realize meus sonhos! Um tantinho egoísta sim, pq estou priorizando-me em relação aos outros. Mas continuo uma amiga leal e carinhosa para aqueles s que como amiga me tratam e consideram...Td a ver com esse texto que retirei da minha comu no Orkut, postado em 12/11/2009. Início de minha renovação..


ENCERRANDO CICLOS:

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem súbitamente transformadas em pó. Mas, tal atitude será um desgaste imenso para todos: Seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e, todos sofrerão ao ver que você está parado.Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.O que passou não voltará: Não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.As coisas passam, e o melhor que fazemos, é deixar que elas realmente possam ir embora...Por isso, é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças, significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda, isso o estará apenas envenenando, e nada mais.Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: Diga a si mesmo, que o que passou, jamais voltará!Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba, mas porque simplesment,e aquilo já não se encaixa mais na sua vida.Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e, se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..E lembra-te : "Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão."