domingo, 23 de janeiro de 2011

TRISTE DAQUELE QUE NÃO TEM UM AMOR PARA RECORDAR: "SAN"


Várias vezes, a mesma pessoa me perguntou se eu conhecia o amor porque o amor que falava, não existia. Que o amor de homem e mulher é aquela coisa morna, uma amizade que se suportam e se acostumam um com o outro.
Eu namorei 6 anos com uma pessoa que não significou nada pra mim e namorei com uma menos de 1 mês e significou e significará por minha vida inteira.
AMOR NÃO É QUANTO TEMPO FICAMOS COM ALGUÉM MAS COMO FICAMOS, O QUE SENTIMOS, O QUE VIVEMOS E LEVAMOS PRA NOSSA VIDA.

Em janeiro de 1988, com dezenove anos, vivi um grande amor, inesquecível mas acredito que não era para estarmos até hoje. Nossos caminhos foram tomando rumos diferentes mas o carinho, a amizade ficaram até hoje e ficaram eternamente dentro de nós dois.

Conhecia um vizinho a muitos anos e depois sua irmã que me convidaram para conhecer a Bahia. Planejei de ir com esse vizinho, de confiança e sua irmã e família já estavam lá.
Não fazia idéia do que iria encontrar e de como era a cidade e as pessoas.

Tudo tão diferente mas me apaixonei por tudo e todos. Fui super bem tratada, como uma parente deles. Sentia que todos eram felizes, de bem com a vida. Pessoas do bem, simples. Foi tudo maravilhoso.
Fiquei numa cidadeq ue se chama Cairú, é uma ilha e a qualquer momento ía dar voltas ou ficar no cais, contemplando os manguezais e os braços de mar.

Na primeira semana que estava no cais a noite, o meu amigo foi conversar com seu primo e me apresentou. Não esqueço que ele estava encostado em uma pilatra que tinha no cais, sentado, quase deitado. Uma voz suave, tom baixo e palavras de quem tem um nível intelectual bom, português correto e os dentes perfeitos.

Pensava, na minha ignorância, que os baianos fossem sem estudo e só coisas ruins como muitos paulistas pensam e se enganam.

Achei lindo o jeito que ele mexia os lábios e as coisas que falavam. No dia seguinte, fomos no quintal da casa dele, o San, e ficou brincando muito, foi divertido. Não sei se falei ou pensei que além de inteligente ainda era divertido.
Fomos tirar fotos pela cidade, a tarde, e tinha um lugar perto da igreja onde se tinha uma boa visão da cidade, ali, ele me deu o primeiro beijo e falou:- nossa!Paulista é rápido até no beijo...rs.
E, me falou agora vou te dar um beijo baiano...foi muitooooooooo bom.

Aí, não desgrudamos mais. Era um sacrifício ter que dizer boa noite mesmo sabendo que no dia seguinte, já ficava a espera dele aparecer e ficarmos juntos.
Fícavamos ouvindo U2, num gravador, na varanda da casa dele: eu sentada e ele deitado em minhas pernas enquanto fazia carinho em seus cabelos finos e levemente enrolado. Ficávamos a tarde toda conversando, perdíamos noção de tempo.

Fomos no Morro de São Paulo mas por um cais antes, Gamboa, tendo que andar a pé e voltar na hora certa, antes da maré subir.
Muitos pensavam que eu era gringa por ser muito clara e ter olhos verdes e eu falei isso a ele, então ficava falando só se eu era uma vaquinha holandesa e ficava rindo...sempre rindo.
Eu falava pra ele que me sentia a Brooke Shilds na "A lagoa azul"...rs. Nunca tinha visto praia tão linda, água tão limpa e tantas pessoas de países diferentes. Para voltar, pegamos carona no barco de uns pescadores, com o primo dele junto mas os caras estavam bêbados e não íam embora logo, estava noite, já e o pior; ficavam andando de um lado ao outro do barco que o mesmo quase virava e podíamos morrer afogados.

Eu comecei a chorar e disse que estava com medo. Ele disse:- não se preocupe, eu protejo você, sei nadar e é só você se aproximar da margem mas não vai acontecer nada. Ficava sentado em cima do motor do barco e eu em pé, o abraçando e ele me protejendo. Falando coisas de amor, até de casamento que nunca íamos nos separar, etc.
Tudo bem, afinal os dois estavam com medo de morrer e não se vermos mais. Amedrontados, passei até mal...finalmente chegamos salvos...

Só íamos pra casa, tomar banho e comer e voltavamos nos encontrar, para ficar beijando muito, fazendo carinhos e de mãos dadas.

Fomos para praia de Garapuá, a mais linda de todas. Um barco de amigos nos levaram, foram todos, foi muito divertido. Havia um riozinho, com peixinhos de água doce e ficamos ali, tomando banho, brincando e beijando...ele ficava boiando meu corpo, brincávamos, super romântico.
Almoçamos nuns amigos da família, onde estava hospedada, mas eu não comi nada: lagosta inteiras, polvo, etc...

Houve uma comemoração folclorica e depois uma festa com trio elétrico. Eu não sabia dançar nada mas o San, arrasou com uma outra prima dele, dançaram várias músicas típicas com os gestos próprios...fiquei pensando...nossa, o que ele não sabe?

Cantou inúmeras vezes a música "For ever young" do Alphaville, para mim. Tocou um pouco de violão. Falava super bem inglês. Era meu gênio, assim que o chamava...rs...

Nos entendíamos tanto, eram tantas afinidades...tudo tão perfeito. As mãos deles eram super delicadas, bonitas, seus dentes perfeitos sem uma carie e nem obturação, os olhos pequeno e levemente puxadinhos. Tinha o porte médio, havia feito dieta a pouco tempo e tinha emagrecido...era uma pessoa comum mas seu sorriso inesquecível.

Então, ele conseguiu que ficássemos na casa do tio dele na praia de Guaibim, cheio de canoas de tronco de árvores. coqueiros e poucas pessoas. Lembro que no banheiro apareceu um carangueijinho e morri de medo, também, assistimos "Em algum lugar do passado" e a noite me levaram na casa de uma pessoa conhecida pra jantar mas tinha tanta pimenta que preferi comer banana com pão...rs.
Foi nessa praia, quando estávamos na garagem que comecei a chorar muito e disse o que eu ía fazer da minha vida porque estava completamente, apaixonada por ele e ía chegar o momento da despedida... O amava...

Voltamos pra Cairú, sentamos em uns degraus na porta de um bar e o San ficou horas conversando comigo, como se fosse um pai dando conselho para uma filha. Disse: - Ká, quero que quando você voltar para São Paulo, volte a estudar, fazer cursos, você tem que vencer e a chave para isso é você acreditar e confiar em você. Vou te acompanhar e quero ver você mudar sua vida...falou mutiooo mesmo, até fiquei irritada mas ao mesmo tempo adimirava-o cada vez mais e o achava o máximo.

Então fomos para a Ilha de Itaparica, como sempre ele brincando sem parar, acabou perdendo o seu óculos que disse ser caro mas passou.
Ele vivia brincando comigo para eu passar vergonha, falava bem alto, com o sotaque nordestinho bem pesado e todos ficavam olhando pra mim. Eu fingia que não conhecia ele e aí que ele falava mais alto ainda para eu passar vergonha e ria sem para da minha cara.

Foi difícil conseguirmos fazer amor porque a marcação era grande em cima de nós mas conseguimos driblar todos com ajuda do primo dele, claro...

Fomos pra Salvador, onde ele morava e fiquei hospedada na casa de uma amiga dele. Houve um dia que começou a agir estranho comigo e ficar frio e a irmã dele falou:- Deixa esse muleque chato e vamos sair comigo.
Quando voltei, ele já ficou me rodeando e eu esnobando do jeito que ele fez comigo. Ele perguntou se estava tudo bem e eu falei que estava tudo ótimo e que não gostei do jeito que ele agiu comigo de manhã...mal terminei a frase, ele me deu um beijo maravilhoso e aí acabou tudo e ficou tudo maravilhoso de novo.

Passeamos pela orla toda de carro, com a irmã e o ex cunhado dele, tocou 2 músicas que não esqueci: "toda forma de amor vale a pena, toda forma de amor vale amar" e "I believe in love" da Carl Simon...a irmã deu até bronca de tanto que ficávamos nos beijando e fazendo carinho...rs...que sonho...imaginar que foi verdade.

Fui na casa da amiga dele com ele e nossa atração era muito forte. Bem em frente, havia um clube e estava tendo um show do Julio Iglesias...me lembro como se fosse hoje: nós na janela do prédio, se abraçando, beijando enquanto escutava e via o show dele. Só que acabou acontecendo de nós não segurarmos a onda e o som estava muito alto e não escutamos a campainha.
Me levou em dois Shoppings: um foram várias pessoas que ele tinha amizade do prédio e no outro fomos sozinhos, me lembro que ele me apresentou para uma vendedora de uma loja e de repente passou o ônibus e saímos correndo...até isso pra mim foi o máximo...rs.

Isso deu a maior briga entre ele e a amiga dele e fui ficar na casa dele porque já estava pra eu ir embora. Estava na cozinha da casa dele, lavando louça e só de passar um pelo outro, ficávamos nos olhando, nisso estava tocando "lady in red" de Chris De Burgh.

Ele me levou perto da igreja do Bonfim, onde morava uma mãe com uma moça, acho que era parente dele, pessoas muito legais mas perdi contato. Passamos o dia conversando, foi muito agradével e ao entardecer, ele colocou sua cabeça em cima das minhas pernas enquanto fazia carinho em seu cabelo e ele na minha mão. Nesta casa, tocou a música " a Paz" cantada por Zizi Possi. Cada detalhe foi marcado por atitudes de amor e carinho mútuo.

Na última noite juntos, ele me levou num quartinho do prédio...rs...acho que era do porteiro, sei lá, foi o que ele conseguiu...me lembro que tinha um colchão e vários utensílios de limpeza...que foram sumindo da nossa atenção.
Ele me disse que iria fazer o que pudesse para me satisfazer porque eu não conseguia chegar ao climax mas como? Sempre com receio de alguém chegar, não conseguia me concentrar.
Então ele foi super carinhoso, como sempre até eu conseguir relaxar e conseguir. Após o ocorrido, ele se trocou, agachou e ficou me olhando...
Falei que sentia vergonha de ver ele me olhando e ele falou para eu parar de bobeira que ele não sabia quando ía poder me ver de novo, ainda mais daquele jeito.
Nos abraçamos, cheios de emoção e contendo as lágrimas.

Deixei o meu relógio com ele para ele contar as horas para me ver e ele não tinha nada pra pensar em me dar e me deu um shorts enorme, sem simbologia nenhum...coisa boba...rs.
Quando estávamos indo pra rodoviária, choramos tanto e ele pediu para eu ficar mas era tarde demais e esperava que ele pedisse antes. Na rodoviária, não nos contínhamos de tanto chorar e beijar, abraçar e ele foi embora sem olhar para trás chorando...foi a última vez que o vi.

Na primeira parada, arrumei um jeito de ligar para casa dele e cantar, desafinado:" i just called to say i love you" de  Stevie Wonder.

Sempre foi "eu te amo" "eu também".

Mandei mais de mil cartas, direto. Mudei toda minha vida e nos falávamos direto por telefone.
Chorei muito de saudades e ficávamos horas no telefone porque não era nem eu e nem ele que pagava, na época...
Não conseguimos manter o namoro a distância e como um dia ele me falou que gostava mais da teoria que tudo se transforma do que tudo se acaba. Nosso amor se transformou numa grande amizade.

Era para eu ter ido para lá depois de um ano mas não tive coragem de passar tudo de novo e também, fiquei com medo de tudo. Se eu e ele ía sentir a mesma coisa ou não. Fui covarde e não fui.
O tempo foi passando; eu e ele namoramos com outras pessoas e contávamos tudo um para
o outro. Desabafávamos, um escutava o outro e dava forças, apoiava, dava duras, tudo.

Aí, eu marquei de ir para a Bahia mas estava namorando e fui com o namorado que tinha ciúmes. Ele, também, estava namorando e não nos encontramos.
Quando voltei, estava grávida e casei, não mantendo contato com ele porque o meu ex marido, hoje, era agressivo e dependente químico.

Uma vez, fui ligar para o San e fiquei com medo e desliguei mas ficou marcado na conta de telefone. Quando chegou, o meu ex-marido viu e sem eu sabe de nada; me batei tanto no rosto, me deu tantos socos na cabeça, sem eu ter falado com ele.

Terminou o casamento e queria tanto falar com meu melhor amigo e ele estava de mal de mim...mandei uma carta explicando tudo mas não tinha mais esperanças.
Um dia, ele me ligou...nossa! Foi uma super surpresa maravilhosa...como fiquei feliz dele voltar a falar comigo.

Continuamos nossa amizade, como se nunca tivésse acontecido nada. Ele me contando da vida dele e eu da minha. Aí, foi a vez dele vir para São Paulo mas com a namorada e não nos vimos mas não fiquei super chateada com ele. De repente a vida dele virou uma bagunça, ele gosava de uma moça mas ía casar com outra. E, chegou num ponto que ele não tinha como voltar atrás...fiquei triste por ele mas nada podia fazer...casou-se e sua esposa proibiu dele  falar comigo. Falei que faria amizade com ela, sem porblemas, mas ele falou que ela é irredutível.

Desde janeiro de 1988 até dezembro de 2010, foram longos anos, fui para a Bahia. Visitei vários locais onde ficamos: a porta da entrada onde namorávamos, o cais, vários lugares.
Encontrei com o pai dele e contei sobre nossa amizade e o pai dele comentou que deve ter pago muitas ligações nossa...rs.

Nos falamos e queria revê-lo após tantos anos e disse que ía ver o que poderia fazer porque sua esposa não aceitava.
Falei a ele que mesmo que nunca mais o visse ou falasse com ele o carinho seria o mesmo de sempre e ele falou que da parte dele idem.

Por causa, da falta de comunicação, mentiras, maldades e eu ter ficado com virose, fragilizada, praticamente, me pressionaram a vir embora um dia antes que havia comprado a passagem, com tudo programado. Desviaram meu caminho dos meus objetivos e não consegui falar não porque estava passando muito mal, até me fazerem adiantar a passagem um dia antes do previsto e mentirem que queria passar ano novo...uma sujeira, maldade.

E, quando o San, me ligou para me pegar no Ferryboat, no dia previsto, eu havia acabado de chegar em São Paulo.
Não sei se não era para eu revê-lo mesmo ou foi por toda essa maldade dessas pessoas de matarem o sonho meu e do meu filho (que queria ver o Pelourinho e Salvador). Chorei de 3h. a 4 h., sem parar, de Valença até o aeroporto de de Salvador, até as lágrimas secarem por ver até onde chega a maldade e falsidade humana e por, talvez, nunca mais ter a oportunidade de rever o meu amigo, tudo por apenas um dia...mas a esperança é a última que morre e enquanto a vida há esperança.

ESSA HISTÓRIA QUE PASSOU POR MENOS DE UM MÊS; DURARÁ ETERNAMENTE EM NOSSAS LEMBRANÇAS E CORAÇÕES...ISSO NADA E NINGUÉM PODERÁ APAGAR.

PODE SER QUE NUNCA MAIS O VEJA. NOSSAS VIDAS E HISTÓRIAS TOMARAM RUMOS DIFERENTES, EM TUDO, MAS NADA PODE APAGAR O QUE VIVEMOS E NOSSA ADOLESCÊNCIA.

SAN, VOCÊ SEMPRE FOI E SERÁ UMA PESSOA ESPECIAL PRA MIM E DEIXO ESSA ÚLTIMA MÚSICA PARA VOCÊ QUE MUITAS VEZES ESTÁVAMOS ESCUTANDO E PENSANDO, UM NO OUTRO, E DE REPENTE O TELEFONE TOCAVA E ERA UM DE NÓS: "Eu sei" (Legião Urbana)

Sexo verbal não faz meu estilo
Palavras são erros, e os erros são seus
Não quero lembrar que eu erro também
Um dia pretendo tentar descobrir
Porque é mais forte quem sabe mentir
Não quero lembrar que eu minto também

Eu sei
Eu sei

Feche a porta do seu quarto
Porque se toca o telefone pode ser alguém
Com quem você quer falar
Por horas e horas e horas
A noite acabou, talvez tenhamos que fugir sem você

Mas não, não vá agora, quero honras e promessas
Lembranças e histórias

Somos pássaro novo longe do ninho
Eu sei
Eu sei

Houve uma história no antigo programa da Silvia Popovick que uma mulher contou que um amor chegou pra ela e disse numa praia onde estava tendo uma festa: - se você pular essa cerca pode ser Paris, Nova York, pode ser o que quiser, vem comigo...

Ela pulou e largou tudo pra ficar com ele e estava a anos, muito feliz, com seu amor.

E, eu perguntava para ele quando íamos pular essa cerca...mas o tempo muda tudo e nossa maior diferença é que sou cristã convertida e ele não...

Dizem que se fosse para ser, teria sido...se não foi porque não era para ser...complexo.

POSSO DIZER QUE, PELO MENOS, TENHO UM AMOR PRA RECORDAR.
O MEU SAN OU MEU SUN...MÉMORIAS NÃO SÃO ROUBADAS.

8 comentários:

  1. Nossa amiga, essa historia eh verdadeira mesmo??? tun nunca me falou sobre isso!
    Mas se foi...saiba q esses amores de ferias, passageiros sao assim mesmo... sonho...maravilhoso. Os baianos...ai meu Deus...tem uma quimica..uma coisa q nos enlouquece... ow terra bouaaa..tu sabe q conheci um pela net...ele eh perfeito. Mas eh somente um sonho...

    Te amooo mana!
    Pare de revirar o passado. Faça como eu...liberte-se desses grilhoes q so nos atrasam com lembranças q nunca voltarão! E se final de tudo foi desse jeito...talvez tenha sido a vontade Deus, para não atrapalhar o andamento natural dos destinos envolvidos. Pra não trazeer tristeza...

    Milla

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  2. Vc tem razão amiga. Deus não quis que nos encontrássemos pois tudo mudou: hoje, sou convertida, casei e estou orando sobre isso e ele casou, sem querer mas esta até hoje, feliz ou não. Tudo se transforma e tem coisas que acho melhor não mexer para elas ficarem no tempo certo e não interferir no tempo atual...obrigada...tb te amo muito, vc mora no meu coração para sempre...bjs.

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  3. Esse Ray /reunolds...hein... q coisaaa locaaaa...No A Proposta ele ta demais de charmoso...A Sandra Bullock (acho q eh isso)m eh maravilhooosaaa... ahhh ele ta nesse filme novo q saiu...q ele fica num caixao...eskeci o nome..acho q eh ENTERRADO VIVO...onde descobriro esse homiiii...

    bjosss

    Milla

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  4. Ele fez um dos filmes que mais gostei "Escola da vida", se puder pegar, é ótimo. Depois assisti "Apenas amigos" ou "Melhor amigo", ele faz papel de gordo que emagrece. Lindo como sempre.

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  5. Incrível como vc. lembrou de tudo hein?!Obrigado pelas palavras doces, gentis a meu respeito. Sou uma pessoa comum, mas me tornei especial para pessoas porque são especiais também. Com carinho eterno, beijo, San.

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  6. Você, sempre, sendo objetivo...rs...enquanto te escrevo um jornal, você resume em duas frases, esse é o meu eterno gênio. Escrevi mais de mil cartas e ele uma...rs. Nossa vidas mudaram mas o que aconteceu e ficou é para sempre, super carinho. Sempre quis e torci para o seu bem e sua felicidade, mesmo que eu não faça parte dela. Continuo te admirando...bjs, San.

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  7. Nossa que história linda! Recordar é viver neh? Beijos.

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Se vc já entrou aqui e me deu seu tempo; agradeço. Se deixou uma mensagem; me deixou alegre. Deus o abençoe...bjs.