quinta-feira, 20 de março de 2014

Muita futilidade enquanto o nosso planeta esta sendo devastado.


Olá, pessoal. Um dia desses atrás, mudando de canais, procurando alguma reportagem interessante (coisa difícil nos dias de hoje), parei por um tempo em uma mulher muito rica que tinha uma coleção de bolsas caríssimas.
Vejo, tanta futilidade passada na mídia como valores reais sendo que a preocupação de um meio tão importante seria de influenciar de modo totalmente oposto.
Tudo bem que vivemos numa sociedade capitalista mas seria necessário colocar o capital a cima do ser humano?
E, mais ainda, a cima do meio ambiente que, dia a dia, vem se deteriorando?
Quando apenas, queremos uma casa confortável, um carro popular, uma certa segurança financeira; normal .Agora, para a grande massa, isso é pensar pequeno, é não ter ambição e ser motivo de críticas.
O normal, para a maioria é ter, ter e ter...não sabem nem o porquê.
Se vocês assistirem apenas um dia, as novelas da Globo, no horário nobre, vão perceber o quanto é valorizado o status, a riqueza material, a futilidade em todos os sentidos.
Uma vez, escutei no ônibus, um adolescente falando para uma menina que quem mostrava o que era certo, era a Globo e como ela não assistia?
Fiquei chocada com esse comentário. E, acredito que como ele, deve haver outros jovens que pensam assim.
Tenho certeza que os meios de comunicação deveriam ter obrigação de exercer influência positiva nas pessoas, principalmente, na informação em relação a saúde, educação, reais valores, meio ambiente e outros assuntos totalmente pertinentes a mudança de hábitos destrutivos que a grande massa pratica.
Nota-se, nitidamente, a diferença do comportamento do cidadão dentro da área do Metrô de São Paulo em relação as outras áreas porque eles tem essa política de educar os usuários. Então, se torna raro cenas de usuários sujando ou destruindo o mesmo.

Estamos refletindo sobre como lidar com o capitalismo tendo em vista a destruição do meio ambiente. Será um círculo vicioso que não tem saída?

Sabemos que não existem medidas sócio-educativas do Estado e Município em relação a esta total falta de consciência do mal que estão causando ao meio ambiente. Particularmente, penso que mudaria muito se os grandes meios de comunicação persistissem em educar, em todos os sentidos, a massa ao invés de manipulá-los ao consumismo desnecessário, impulsivo e incessante.
Escrevo referente a tevê aberta e não a paga pois a grande massa, não tem condições financeira e nem acesso a tevê paga, eventos culturais e lazer. Então, geralmente, a diversão dessa grande população e meio de relaxamento é a tevê aberta que os fazem engolir só lixo cultural e valores destorcidos. Onde vamos parar se tudo isso não mudar?





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